26 janeiro 2012

O ATIVISTA ROGÉRIO DIAS.

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O ATIVISTA ROGÉRIO DIAS.
(Por Franklin Jorge - jornalista - O Santo Ofício)

Há pouco recebi de Rogério Dias, atento leitor das idiossincrasias midiáticas e governamentais, especialmente nas áreas da cultura e do meio ambiente, como o ativista ecológico que é, em permanente defesa de Mossoró e do Rio Grande do Norte, ao perseverar em sua utopia.

Ele escreve o jornal virtual permanente, interativo, instigando os questionamentos, como, há pouco, reivindicou e vindicou por aquilo que, achando legitimo o reconhecimento de uma data comemorativa, propagou uma corrente convocando os cidadãos a reparar o descaso da prefeitura para com o centenário de Marieta Lima, uma mulher notável de Mossoró, professora de gerações de mossoroenses. Uma ação justa e inadiável.

Agora, no recebimento de mais um elo desta corrente comunicativa, quando Rogério repassa ao tirocínio do leitor, duas interessantes propostas explosivas. A publicação – dessas que circulam na internet – toca, de maneira crua, uma obviedade. Se, por lei, os maços de cigarros já fazem essa conhecida contrapropaganda, por que não ampliá-la?
Reproduzo, a seguir, o e-mail na íntegra:

“Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas, de gente sem teto nas contas de água e luz, e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?”

Como critico do governo de Rosalba Ciarlini e da cultura oficial, quis o reconhecimento público da contribuição de Marieta Lima, aos cem anos, às artes plásticas. Um presente precioso, mas teria que ser feito pela cidade, numa consagração a paciência e a constância com que se dedicou a ensinar a técnica da pintura a centenas de mossoroenses.

Eis, em síntese, Rogério Dias.
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