21 dezembro 2011

COPA 2014: SOMENTE CARTEIRA DA UNE VAI VALER PARA MEIA ENTRADA.

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Relatório da Lei Geral da Copa restringe a possibilidade de meia-entrada apenas a um novo modelo de carteira de estudante emitida pelas organizações estudantis.
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Pelo texto do deputado Vicente Cândido (PT-SP), meia-entrada para estudante na Copa só com carteirinha emitida pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e entidades similares
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A prevalecer a versão mais recente do relatório da Lei Geral da Copa, apresentado ontem (20), somente com um modelo de identidade estudantil emitido pela UNE e outras instituições similares, como a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos e diretórios estudantis das universidades, será possível acesso ao lote de ingressos mais baratos nos jogos da Copa do Mundo que será colocado à disposição. 
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Pelo relatório de Vicente Cândido, o lote de ingressos populares ficará com preço por volta de R$ 50,00 (cinquenta reais).

Durante muito tempo, a emissão de identidades estudantis foi uma importante fonte de renda da UNE e outras organizações estudantis. Hoje, a emissão das carteiras passou a ser responsabilidade das escolas. E até mesmo cursos de idioma podem emitir documentos que garantem meia-entrada em espetáculos e eventos esportivos. Desde 2001, a UNE briga para derrubar a medida provisória que permitiu essa situação.

Idosos e deficientes

Contrariando o governo, o deputado Vicente Cândido retirou do projeto a vigência do Estatuto do Idoso. A lei não vai valer para a Copa, segundo o relatório do deputado.

Em vez disso, haverá uma cota de 300 mil ingressos populares ao custo de cerca de R$ 50. Cento e cinqüenta mil entradas ficarão reservadas a idosos com mais de 65 anos e estudantes. Outros cento e cinqüenta mil estarão à disposição de índios, de beneficiários do Bolsa Família e de pessoas que aderirem à campanha do desarmamento, trocando armas por ingressos.

Com relação às pessoas com deficiência, o texto apenas diz que o Poder Público e a Fifa têm permissão para firmar acordos para garantirem preços especiais aos deficientes, ou seja, joga a situação para o futuro.
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fonte:congressoemfoco
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