23 dezembro 2009

- NOVO SALÁRIO MÍNIMO: GOVERNO DÁ COM UMA MÃO E TOMA COM A OUTRA.

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De acordo com o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a elevação do salário mínimo para R$ 510, assinada pelo presidente da República hoje pela manhã, elevará a carga tributária sobre o consumo em R$ 7,7 bilhões.
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A arrecadação tributária adicional será maior entre os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de R$ 3,157 bilhões, seguidos dos empregados (R$ 2,381 bilhões) e dos profissionais que trabalham por conta própria (R$ 1,340 bilhão). Os trabalhadores domésticos pagarão, no total, R$ 804 milhões a mais em tributos e os empregadores, R$ 43,370 milhões.
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No total, 46,1 milhões de pessoas têm rendimento referenciado pelo piso e, com o reajuste a ser praticado a partir de janeiro de 2010, haverá um incremento de R$ 26,6 bilhões da renda da economia.
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Já os impactos para a Previdência, pelos dados do DIEESE, o peso relativo da massa de benefícios equivalentes a um salário mínimo é de 46,22% nas contas da Previdência, sendo que 69% dos aposentados e pensionistas recebem o piso.
(Fonte: Folha)
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