17 agosto 2007

- RECEITA MÉDICA

Um jovem que acabara de se formar em medicina, ganha de seu pai um carroimportado, Último modelo, e resolve dar um passeio.
Quando se deu conta, percebeu que estava sem combustí­vel.
Entrou num vilarejo e dirigiu-se a um posto de gasolina para colocar combustí­vel no carro. Não se via uma viva alma no posto e, apesar de buzinar várias vezes, ninguém vinha atendê-lo, até que finalmente apareceu um rapazinho que lhe disse: Não adianta buzinar, porque o posto está fechado; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório.
O jovem médico pensa uns segundos e chega à seguinte conclusão: Se não posso prosseguir e não sei a que horas irão retornar, vou até o velório também, já não posso fazer mais nada. Lá chegando, aproxima-se do caixão por mera curiosidade, e de repente, observa algo extremamente raro. Chama o pai da " falecida " e diz-lhe: Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas não, está viva.
O pai, nervosí­ssimo, pergunta: O Sr. pode fazer alguma coisa? O jovem médico, explica-lhe que há uma possibilidade remota de traze-la à vida, provocando-lhe uma sensação forte. Pergunta então ao pai: Sua filha tinha namorado? Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu que sim e que se encontrava ali. Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo durante toda à noite.
Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que fique e ele próprio comprove o resultado.
Passadas quatro horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!
Foi uma grande alegria para todos, que logo programam uma festa e convidam o jovem doutor. Este se desculpa, alegando que tem de ir visitar um familiar que se encontra doente, mas promete passar pela aldeia na viagem de regresso.
Tanque cheio, o médico volta para casa, mas, passados 15 dias ele decide regressar e cumprir o que prometera, passar pela aldeia para ver como estava a jovem ex-defunta. Chega ao posto e repete-se a mesma cena daprimeira vez. Ninguém o atende e depois de muito buzinar, aparece o mesmo rapaz, que desta vez estava ali tomando conta do negócio.
Assim que reconheceu o doutor o jovem corre desesperado ao seu encontro e lhe diz: Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabí­amos como encontra-lo e estávamos a sua espera! O Sr. Engrácio, pai da menina que o senhor salvou, morreu há 10 dias! Metade da aldeia já comeu o rabo do pobre, mas ele continua sem ressuscitar! !
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MORAL DA HISTÓRIA: O MESMO MEDICAMENTO NÃO SERVE PARA TODOS!
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Não se automedique, nem aconselhe medicamentos
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(Enviado por Reginaldo CEF, Mossoró, RN)

Um comentário:

Togo Ferrario disse...

É por essas, dentre outras meu amigo Herbert, que não tomo medicamento algum. Não me lembro da última vez que ingerí um comprimido ou me foi aplicado uma injeção.