29 novembro 2006

-PAGANDO A CONTA.

PRESSÃO DA SOCIEDADE E DO GOVERNO EVITA SUPER-SALÁRIOS DE MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

Quando o povo toma a decisão, via de regra, ninguém ousa contestar. A forte pressão de entidades representativas da sociedade civil e do governo foi suficiente para detonar uma espécie de jetom que a presidente do STF-Supremo Tribunal Federal, Ministra Ellen Gracie, desejava ver criado para aumentar seu próprio salário e de mais quatorze (14) integrantes do CNJ-Conselho Nacional de Justiça. Fato é que a repercussão negativa ganhou proporções inimagináveis, principalmente por somar-se a tal disparate, pasmem, uma proposta de aumentar, também, o salário dos ministros do Supremo, que passariam de "ínfimos" R$ 24.500,00 para R$ 25.700,00. Os dois projetos e mais um terceiro que cria cargos no âmbito do STF, foram retirados da pauta de votação prevista para esta semana, na Câmara. Como se vê, a pretensão dos membros da mais alta Corte do país, além de envergonhar a todos, deságua numa verdade ( ao menos para eles): o cargo de ministro do Supremo é inferior apenas ao de Deus...

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