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RECESSO...

ESTE ESPAÇO ESTARÁ EM RECESSO ATÉ O DIA 7 DE JANEIRO... PRORROGADO ATÉ 20 DE JANEIRO DE 2014.

O VISÍVEL E INCONCEBÍVEL ABANDONO DA SEGUNDA MAIOR CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE.

Alvo de disputas judiciais desde o início deste ano que termina, a Administração do Município de Mossoró, a segunda maior cidade do estado do Rio Grande do Norte, vem sendo administrada como se os problemas que se avolumam a cada dia possam ser resolvidos pelo efeito do tempo.

2014 PARA NÓS...

DURANTE O ANO QUE TERMINA, CREIO QUE ENCAMINHEI (E RECEBI) INFORMAÇÕES QUE PODEM SER TIDAS COMO POSITIVAS; AO MENOS ESSA FOI, RECIPROCAMENTE, A MINHA INTENÇÃO. ESPERO QUE NO ANO NOVO POSSAMOS MANTER ESSA VINCULAÇÃO, PARA MIM, DE CARÁTER PRIMORDIAL À NOSSA CONCEPÇÃO ENQUANTO MUNÍCIPES SEMPRE ATENTOS ÀS QUESTÕES QUE, HODIERNAMENTE, SÃO OBJETOS DE ANÁLISE, EM ESPECIAL NA NOSSA QUERIDA E BRAVA MOSSORÓ. FRATERNAL ABRAÇO, HERBERT OLIVEIRA MOTA   Advogado - OAB-RN 2697 Rua Melo Franco, 226, Centro, Cep 59.600-165, Mossoró, RN. (84)3316.2689 - 9982.8777 - 8724.8916 herbertmota@hotmail.com www.doherbert.blogspot.com www.facebook.com/herbertmota   

FAZENDO USO DAS EXPRESSÕES "VALA COMUM" E "FARINHA DO MESMO SACO".

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Sem precedentes na história política do país, a Justiça Eleitoral tem nada menos que doze (12) ações nas quais figuram governadores em situação que poderá acarretar a perda definitiva de mandato. Alguns permanecem no cargo por força de medida liminar. A menos de um ano das eleições, pelo menos doze Estados do país são comandados por governadores cujos destinos estão nas mãos da Justiça Eleitoral. Há casos de pedidos de cassação paralisados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e processos que, após meses nos escaninhos em Brasília, retornaram agora aos tribunais de origem nos Estados. As idas e vindas desses processos, como nos casos em que um candidato derrotado nas urnas recorre à instância superior sem ter passado pela anterior, ampliam a morosidade da Justiça Eleitoral e causam instabilidade — pois mantêm no ar a ameaça de que governantes possam ser obrigados a deixar o posto. Na última semana, o TSE recebeu mais um caso envolvendo pedidos de a...

KÁRIA PINTO É O NOME DE ROSALBA (DEM) PARA CONCORRER À ELEIÇÃO SUPLEMENTAR EM MOSSORÓ.

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Sem qualquer ingerência do líder estadual José Agripino Maia (DEM), o DEM de Mossoró, por indicação direta da Governadora Rosalba Ciarlini e de seu Chefe de Gabinete Civil e comandante mor, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, já definiu o nome para concorrer à eleição suplementar em Mossoró, marcada para o próximo dia 2 de fevereiro: trata-se da engenheira civil, Kátia Pinto (foto).   Kátia é natura de Caicó, RN, e casada com o engenheiro civil Yure Pinto, mossoroense que atualmente preside a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN). Ambos sempre tiveram atuação vinculada aos governos do DEM na cidade de Mossoró. Com era de se esperar, o nome de Kátia Pinto, surge como alternativa em razão da ausência de um nome da família da governadora (Rosado/Ciarlini) com densidade eleitoral capaz de concorrer em pé de igualdade com os demais candidatos.   A umbilical vinculação com a governadora determina que a escolha de Kátia, salvo melhor ju...

DR. CURE MEDEIROS É NOME DO PMDB PARA ELIÇÃO SUPLEMENTAR EM MOSSORÓ.

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O PMDB de Mossoró se articula para lançar o nome do médico hematologista Cure de Medeiros como seu candidato a prefeito na eleição suplementar já definida pelo TRE, para o dia 2 de fevereiro do ano que vem. Na realidade em se concretizando a realização do pleito, Cure Medeiros é nome o preferido do deputado federal Henrique Alves, que poderá ser indicado como candidato a vice numa composição com outra legenda. Na realidade, Dr. Cure, já fora indicado para compor a chapa com Cláudia Regina, nas eleições do ano passado, tendo abdicado e endossado o nome do acvogado Wellington Filho.

INSATISFAÇÃO NÃO JUSTIFICA DEPREDAÇÃO.*

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Sempre achei injusto as empresas de ônibus sofrerem com incêndios de seus carros quando há problemas nas cidades.    Se o problema fosse causado pelas empresas, ainda assim não seria correto destruir os veículos, mas e quando a causa dos problemas nada tem a ver com as empresas? O Palácio da Resistência foi vítima de um ato de depredação essa semana. Alguém insatisfeito com a prefeita cassada onze vezes e afastada tantas outras do comando da prefeitura, pichou o muro da sede do Poder Executivo municipal. Quem pagou para recuperar o muro não foi a prefeita afastada e seu vice, mas sim o povo de Mossoró, pois foram usados recursos públicos para tal fim. Não entendo como sendo esta a melhor forma de se protestar.   (*)  Por Lahyre Rosado Neto - vereador em Mossoró, RN.