05 outubro 2012

ARTIGO DA SEMANA.

A FESTA DA DEMOCRACIA
(Por Rubens Coelho - jornalista - rubensfcoelho@hotmail.com)

Por mais que se fale contra, que se critique, eleições continuam sendo o símbolo maior da democracia representativa. Hoje, em todo o Brasil está acontecendo a festa da cidadania, com os brasileiros indo às urnas para soberanamente escolher seus dirigentes para o executivo e legislativo de suas cidades.

É um momento da maior importância, pois o eleitor solitariamente, vai fazer sua opção de voto em quem em sua opinião reflete melhor seus desejos e aspirações de melhores dias para os munícipes, em última instância para si e seus familiares. Com certeza, cada de um chega a cabine indevassável para depositar seu voto na urna, pensando dessa maneira. 

É um momento de muita responsabilidade, levando-se em conta ser a escolha de quem vai nos representar por quatro anos, portanto, ao fazê-lo é preciso uma reflexão sobre quem está recebendo o sufrágio, para evitar decepções e frustrações posteriores. Logicamente, muitas vezes se torna difícil saber se o contemplado com o voto irá corresponder à confiança nele conferida, haja vista, nem sempre a postura do eleito será a mesma de quando candidato. A melhor maneira de se identificar um bom candidato, é pesquisar sua vida pregressa, sua conduta ética e moral, além de procurar saber se o pleiteante tem objetivos programático. Assim, os equívocos poderão ser minimizados.

De qualquer modo, seja lá qual for o resultado, mesmo que não seja o almejado, devemos saudar o exercício do voto, não como um dever, mas como um direito. Melhor seria se o voto fosse facultativo e não uma obrigação. Então, seria uma ação cidadã, muito mais significativa. Mas enquanto não é assim, fiquemos com a frase do poeta Carlos Drumond de Andrade: “Uma eleição é feita para corrigir o erro da eleição anterior mesmo que o agrave”. 

É possível a prática nos ensinar não cometermos os mesmos erros, consequentemente contribuir para o aperfeiçoamento do processo. Os Estados Unidos, por exemplo, tem mais de duzentos anos de regime democrático com eleições periódicas onde bem ou mal a população se posiciona diante das questões do seu país através do voto. Na Europa Ocidental, também tem sido assim durante séculos, com raríssimas e nefastas interrupções, como foi na Alemanha de Hitler. 

Por conseguinte, eleição é um constante aprendizado de cidadania, necessário e útil para o aperfeiçoamento da democracia. Assim sendo, vamos às urnas, depositar nossos votos e nossas esperanças em dias melhores para Mossoró e o nosso País. 

Boa sorte e que Deus ilumine a todos.

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