02 março 2011

DEPUTADA LARISSA COBRA AÇÕES PARA O SETOR SALINEIRO.

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Em pronunciamento na tarde desta quarta-feira, 02, na Assembleia Legislativa, a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) pediu mais atenção das autoridades públicas e da comunidade científica com a indústria salineira do Estado.
Apesar de toda essa importância, a indústria salineira ainda se ressente de mais atenção. E esse é um dos objetivos desse nosso pronunciamento: pedir aplicação política no sentido de garantir sustentabilidade econômica e social à produção de sal e científica de maneira a mudar conceitos em busca da sustentabilidade ambiental da atividade”, observa.
A deputada fez questão de destacar a importância do sal no desenvolvimento do Estado e na geração de emprego e renda, já que a produção e beneficiamento de sal marinho no Rio Grande do Norte oferta de 5 a 10 mil empregos diretos e de 15 a 20 mil postos indiretos de trabalho, além de gerar milhões de reais em divisas para o nosso Estado.
"Alguém uma vez disse que se pode medir o grau de desenvolvimento de uma nação pela quantidade de sal que ela utiliza, então concluímos que o sal potiguar é de grande relevância estratégica para que o Brasil seja  o oitavo produtor/consumidor de sal, estando entre as dez maiores economias do planeta”, declara.
Turismo nas áreas de salinas
Larissa ressaltou, a necessidade de investimento em Turismo nas áreas de salinas através do ecoturismo, e da educação da população sobre a importância da salinicultura.
“São várias ações que podemos colaborar para fortalecer ainda mais a indústria salineira do Rio Grande do Norte. Ações que permitirão que o sal potiguar continue cada vez mais reconhecido no Brasil e no exterior , pontua a parlamentar.
União da bancada federal
A deputada aproveitou a oportunidade para pedir a união da bancada federal do Rio Grande em torno do Projeto de Lei da deputada Sandra Rosado, que prorroga a isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante, para que os salineiros potiguares não comecem a pagá-lo em janeiro de 2012, como previsto.
“Esse projeto é fundamental para proteger o sal potiguar da concorrência predatória do sal do Chile e manter a nossa hegemonia de maior produtor e salvaguardar os milhares de empregos da produção de sal”, conclui.
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Com informações da jornalista Joyce Moura.
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